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Entenda como interpretar os resultados dos exames de detecção da COVID-19

Uma das principais preocupações que enfrentamos em tempos de pandemia, é a detecção adequada da possível contaminação pelo coronavírus. É importante saber interpretar corretamente os resultados destes exames, para possibilitar a adoção de medidas no enfrentamento da doença. Há dois tipos principais de testes para o COVID-19.

  • teste molecular – RT-PCR
  • teste rápido – sorológico

O exame molecular coleta material por meio de um cotonete que é inserido pelo nariz. Ele usa a chamada técnica RT-PCR (sigla em inglês para transcrição reversa seguida de reação em cadeia da polimerase). Pode ser feito a partir do terceiro dia de sintomas até o décimo. Ele avalia a presença de material genético do vírus, comprovando a doença ainda em sua fase aguda.

Já o teste rápido (exame sorológico) é indicado para pessoas que tiveram sintomas da doença há mais de dez dias. Os testes rápidos para detecção de anticorpos, agora disponíveis também em farmácias e drogarias, levam menos de uma hora para apresentar os resultados.

O exame de Coronavírus Hilab detecta dois tipos de anticorpos, o IgM e o IgG. Ig é a sigla para imunoglobulina. A imunoglobulina é um tipo de anticorpo produzido pelo sistema imunológico contra um agente invasor. IgM e IgG, então, são imonuglobinas das classes M e G. A presença deles nos testes atuais indica se houve contato com o vírus e, também, em que estágio da doença a pessoa infectada se encontra.

Segue abaixo uma explicação resumida de como interpretar o resultado dos exames:

Fonte de informações: G1

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